Olá, venho buscando em meio a artigos de publicações, revistas científicas e livros algumas perguntas e respostas ou alguns esclarecimentos sobre: Alongamento...afinal é bom ou é ruim? Acido Lático é responsável por fadiga muscular? Frequência Cardíaca afinal, é ou não parâmetro de mecanismo metabólico...?? Enfim, dentre estas inúmeras outras perguntas que garanto todo profissional da área alguma vez na semana se faz.
Ora, na graduação nos dão provas, trabalhos, e pesquisas relacionadas a todas estas dúvidas, resultado: saímos da graduação cheios de dúvidas sobre as mesmas questões que já pesquisamos e tudo o mais, mas "peraê"! Isso não acontece porque o nosso professor nos passou errado, faltou nos dar mais atenção, acontece porque a nossa área é uma constante descoberta, não é só as descobertas de como ser gentil com o aluno, de como tratar o wellness de uma forma diferente, de como ter uma visão mais radical sob algum uso de alguma substância não legal pelo seu aluno, enfim, é uma descoberta científica interminável. Todos nós devemos buscar a atualização todos os dias de trabalho, durante toda a jornada de trabalho prestar atenção nos detalhes, pois de repente você pode estar descobrindo uma novidade.
Posto a pesquisa, acabamos por nos sentir mais seguros daquilo que realmente aplicamos em nosso cotidiano de trabalho, seja na sala de musculação, na sessão aeróbica ou no personal. Não vou aqui dizer o que é certo ou errado, apenas filtrei algumas informações sobre alguns assuntos e vou compartilhar desta forma, iniciando pelo famoso alongamento: temos a realidade de que o alongamento é posto para relaxamento pós exercício, para ganho da amplitude de movimentos e para amenizar futuras lesões, com carácter preventivo. Notavelmente, vemos a grande maioria das pessoas realizando o famoso aquecimento e alongamento antes de iniciar um trabalho muscular específico. Discussão: que tipo de trabalho específico será feito? porque em um TRABALHO DE FORÇA, por exemplo: pesquisas comprovam uma perca de até 19% da capacidade de força contrátil, isso verificado após 30 minutos de alongamento, portanto o alongamento antes do trabalho de força deve ser bem avaliado e pesarmos seus benefícios. Também é comprovado que o excesso de alongamento pode causar froxidões ligamentares. Mas então somente malefícios???? NÃO!!! Temos no alongamento comprovado em prática que, se aplicado corretamente tem efeitos fisiológicos imensos, liberar hormonios de bem estar, relaxamento muscular, O WELLNESS tão falado hoje em dia está em alta, e o alongamento é um dos instrumentos que é muito utilizado; mas esta é a grande questão, a parte em que falamos de para que usamos o alongamento? Prestemos atenção afinal, o alongamento tem diversas aplicabilidades: Relaxamento pós exercício de endurance ( após um período de no mínimo 50 minutos), Relaxamento utilzando-se de wellness (sessões de alongamento isoladas), Alongamento visando o aumento da Flexibilidade (não tendo enfoque de força, visando aumento da amplitude de movimento, sem excessos). Seguindo de um último que envolve o alongamento, com um estímulo-resposta do fuso neuro-muscular (facilitação Neuromuscular proprioceptiva) muito utilizado em exercícios de pliometria, respondendo muito bem para fibras de contração rápida, mas este último meus senhores, é questão para uma próxima discussão. Pesquisem!
Seguem alguns links referentes a artigos relacionados: espero que a filtragem seja individual, afinal, crie sua própria atualização e nos detalhes das diferenças todos conseguiremos um destaque com um treino de qualidade. Sucesso à todos:
http://files.laborfisio.webnode.com/200000124-8e22f8f1c9/Gin%C3%A1stica%20Laboral%203.pdf
http://biblioteca.claretiano.edu.br/phl8/pdf/20003365.pdf
http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&src=google&base=LILACS&lang=p&nextAction=lnk&exprSearch=384523&indexSearch=ID
http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&src=google&base=LILACS&lang=p&nextAction=lnk&exprSearch=314630&indexSearch=ID
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1517-86922004000600002&lang=pt&tlng=pt
http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&src=google&base=LILACS&lang=p&nextAction=lnk&exprSearch=422982&indexSearch=ID
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Apresentação Pessoal
Com pouco tempo de formado, já se percebe que a necessidade da área de Educação Física não é quantitativa, mas sim qualitativa. A constante atualização e constante busca do conhecimento científico vinculado a área é o desafio do profissional de Educação Física que deseja traçar uma carreira de sucesso, tentando desmascarar alguns mitos que rodeiam esta área, alguns paradigmas culturais e principalmente buscar o sucesso por mérito, capacidade de mudança, e responsabilidade no serviço prestado.
Certos dias atrás estava lendo um email que comentava sobre "Burros motivados", junto ao meu chefe no Costão do Santinho Resort, e parei para refletir sob como se comportam os profissionais de Educação Física frente ao mercado de trabalho, que já não é muito valorizado, mas tenho que lhes dizer algo: O valor quem dá é o profissional. Falando de Burros motivados, já não é de hoje que muitas pessoas vivem de aparências, seja a área de atuação que for, os profissionais renomados, muitas vezes não estão capacitados para "segurar a bronca", se o seu renome for por aparência, o famoso Q.I, ou outra forma de alcance de renome mais fácil qualquer, por isso, nós da Educação Física devemos fazer transparecer aquilo que realmente dignifica nossa profissão, o profissional interessado e comprometido com a suas responsabilidades diante de uma área tão importante para a SAÚDE das pessoas, que pode fazer o que todas as outras áreas da saúde gostariam, tratar, curar e prevenir. Não estou aqui desmerecendo nenhuma área da saúde, afinal sem as outras não seríamos nada, estou salientando que unidos teremos um resultado ainda maior, não passando por cima de nutricionistas em aspectos que lhes competem, nem de cardiologistas, muito menos ortopedistas, mas da mesma forma relevando nossos conhecimentos como fundamentais atrelados ao conhecimentos destes profissionais.
A constante busca da evolução nos torna mais capazes, mais seguros de aplicar o conhecimento em questão. Portanto façamos justas nossas conquistas, e aceitemos nossos erros, só assim o crescimento profissional e nossos valores serão vistos de uma forma mais ética.
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